Lista de medicamentos e insumos em falta

Como forma de comprovar as denúncias, o Sinmed divulgou uma relação de itens considerados faltosos e críticos no HGE. A lista inclui:

Medicamentos essenciais como alteplase, morfina, amiodarona, enoxaparina, propofol, dexametasona, entre outros.

Antibióticos como ceftriaxona, ceftazidima com avibactam, polimixina B e piperacilina com tazobactam.

Insumos hospitalares como agulhas hipodérmicas, cateteres, álcool em gel, escova degermante com clorexidina, equipos de bomba enteral e fios de sutura.

Muitos desses itens são classificados como “críticos”, o que significa que sua ausência pode colocar em risco a vida de pacientes em estado grave ou que necessitam de tratamentos urgentes.

O Sinmed conclui a nota com um apelo à população: que utilize o número de WhatsApp divulgado no cartaz para relatar não apenas possíveis falhas no atendimento, mas, principalmente, as verdadeiras causas da precarização do serviço — a falta de medicamentos, a ausência de estrutura e a sobrecarga dos profissionais.

“Vamos enviar mensagem para o WhatsApp indicado e mostrar o que, de fato, dificulta a qualidade da assistência?”, questiona o sindicato.

 

Confira abaixo a nota na íntegra

Esta semana nos surpreendemos com o cartaz acima no Hospital Geral do Estado (HGE).

Na verdade, o gestor negligencia no abastecimento de insumos, medicamentos, dimensionamento da equipe, instalações e demais condições para o atendimento adequado. !

Como se não bastasse, induz aos usuários a culparem os profissionais, que, na verdade, são tão vítimas quanto eles próprios (usuários) da realidade que protagonizam.

Isso é subestimar a inteligência de todos.

Vamos enviar mensagem para o WhatsApp indicado e mostrar o que, de fato, dificulta a qualidade da assistência? Veja a relação de itens faltosos e críticos no HGE.

 

A reportagem entrou em contato com a assessoria de Comunicação da Sesau, que pediu para a redação entrar em contato com a assessoria do HGE e até o momento da publicação não houve resposta.