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Piloto de avião que caiu com cocaína em AL recebeu R$ 120 milhões com voos ilegais

Estimativa aponta que o piloto de avião que caiu com cocaína em Alagoas ganhou cerca de R$ 120 milhões com travessias ilegais entre Brasil e África.

Publicada em 25/10/25 às 09:53h

Alerta Penedo com br104


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Piloto de avião que caiu com cocaína em AL recebeu R$ 120 milhões com voos ilegais
Aeronave e piloto - @Reprodução  (Foto: reprodução)

O corpo do piloto australiano Timothy James Clark, 46, foi oficialmente identificado pelo Instituto Médico Legal Estácio de Lima, em Maceió, e entrou em procedimentos de liberação para traslado à Austrália, segundo a Polícia Científica de Alagoas.

A confirmação encerra a etapa pericial sobre a identidade e permite tratar um dos pontos que cercam o caso: quanto Clark pode ter recebido para realizar travessias aéreas entre a América do Sul e a África.

A referência pública mais objetiva sobre remuneração foi publicada pelo City Press/News24 (África do Sul). O veículo atribui a fontes da apuração a estimativa de que Clark teria feito até 30 travessias e que o conjunto dessas viagens “poderia ter rendido mais de US$ 22 milhões, quase R$ 118 milhões de reais na cotação atual.

Se a base de US$ 22 milhões se distribui por 30 viagens, o valor médio por travessia seria de US$ 733 mil. Convertido pela mesma taxa, o pagamento médio por viagem ficaria em aproximadamente R$ 3,95 milhões.

Clark morreu em 14 de setembro, quando o monomotor que ele pilotava caiu em um canavial de Coruripe (AL). No local, autoridades recolheram uma carga estimada entre 180 kg e 200 kg de cocaína.

Dias depois, uma investigação do Bellingcat, em parceria com The Sunday Times, descreveu vínculos de Clark com pessoas associadas ao cartel Kinahan e um padrão de voos longos com aeronave Sling 4 modificada (tanques extras e piloto automático “hobby”), compatível com trajetos discretos entre Brasil e África Austral.

Com a identificação por DNA e a liberação do corpo confirmadas em Maceió, o traslado internacional será feito por funerárias no Brasil até a Austrália, segundo a Polícia Científica.

As investigações criminais seguem com a Polícia Federal; a apuração aeronáutica está a cargo do CENIPA, que publica relatórios preliminares e finais após as análises de praxe. Até aqui, não há valores oficiais divulgados por autoridades brasileiras sobre pagamentos a Clark.

Os números apresentados nesta matéria são estimativas jornalísticas a partir de fontes abertas e conversões de câmbio do dia.




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