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Hospital de Santana do Ipanema é investigado por violência obstetrícia

Procedimento conhecido como epistomia só deve ser ser realizado em casos excepcionais

Publicada em 04/12/24 às 09:32h

Alerta Penedo com 7segundos


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Hospital de Santana do Ipanema é investigado por violência obstetrícia
 (Foto: reprodução)

O Ministério Público de Alagoas (MPAL) abriu um procedimento administrativo para investigar o Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues, em Santana do Ipanema, por suspeitas de realizar episiotomias de forma excessiva e sem o consentimento das pacientes. A prática, que consiste em um corte no períneo para facilitar o parto, deve ser usada apenas em casos excepcionais, conforme recomendam a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e a Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Ministério Público de Alagoas (MPAL) abriu um procedimento administrativo para investigar o Hospital Regional Dr. Clodolfo Rodrigues, em Santana do Ipanema, por suspeitas de realizar episiotomias de forma excessiva e sem o consentimento das pacientes. A prática, que consiste em um corte no períneo para facilitar o parto, deve ser usada apenas em casos excepcionais, conforme recomendam a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia e a Organização Mundial da Saúde (OMS).


Antes da investigação ser assumida pelo MPAL, o Ministério Público Federal (MPF) já havia emitido recomendações à unidade hospitalar para a adequação das práticas obstétricas. Contudo, a ausência de respostas por parte do hospital motivou o encaminhamento do caso à esfera estadual.


O promotor de Justiça Alex Almeida, responsável pela condução da apuração, destacou a gravidade das denúncias e a necessidade de combater a violência obstétrica. "É fundamental assegurar o respeito à dignidade e à segurança das parturientes. Não se pode admitir práticas invasivas e prejudiciais sem a devida justificativa ou consentimento das pacientes", afirmou.

A episiotomia é um procedimento controverso e pode trazer complicações graves quando realizada sem necessidade. Entre os possíveis danos estão dores persistentes, infecções, disfunções do assoalho pélvico e até traumas psicológicos. A OMS orienta que o corte seja feito apenas em casos específicos, quando os benefícios superam os riscos.

O MPAL informou que está coletando depoimentos de pacientes, analisando documentos e buscando ouvir os responsáveis pela gestão do hospital. Caso sejam confirmadas irregularidades, os responsáveis poderão responder por danos morais, além de outras penalidades previstas na legislação.




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